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	<title>Intimidades</title>
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	<description>Papo com Carol Roldan</description>
	<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 23:33:20 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>O Sentido das Coisas: Férias</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sentido das Coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Férias é uma necessidade absoluta para descansar, renovar, refletir&#8230;Dar um tempo. Não posso falar por todos, mas para a maioria das pessoas com que convivo, noto que o retorno das férias é sempre cheio de ansiedades, já que envolve expectativas, como se as férias fossem uma mini virada de ano e seu efeito fosse impactar para tomada de novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Férias é uma necessidade absoluta para descansar, renovar, refletir&#8230;Dar um tempo. Não posso falar por todos, mas para a maioria das pessoas com que convivo, noto que o retorno das férias é sempre cheio de ansiedades, já que envolve expectativas, como se as férias fossem uma mini virada de ano e seu efeito fosse impactar para tomada de novos rumos, quando dificilmente é.</p>
<p>As pessoas voltam geralmente coradas, cheias de novidades, com muitas fotos e uma leveza estampada no rosto que pouco a pouco vai se esvaiecendo até desaparecer totalmente. No lugar do bronzeado, surgem as rugas de tensão.</p>
<p>Fico pensando então, o que aconteceu com o real sentido das férias? Que a sensação de bem-estar não sobrevive nem a uma semana após o retorno? ( E isso quando não termina durante o retorno, num trânsito quilométrico de uma estrada). </p>
<p>Hoje em dia tudo é tão corrido que quando notamos que começamos a nos divertir, já temos que retornar ao ofício.</p>
<p>Num mundo corporativo, férias mal são tiradas. Sequer se consegue tirá-las! Telefones celulares pegam em quase todos os lugares do planeta, facilitando lhe encontrarem em qualquer lugar e circunstância, com total ausência de respeito ao seu descanso.</p>
<p>Sou eu quem tenho o conceito errado sobre férias ou o mundo mudou o sentido dela?</p>
<p>Minhas férias, hoje, são de momentos de desconexão, e os lugares que escolho são esconderijos, isentos de muita tecnologia, tarefa quase impossível de se conquistar, tudo a fim de evitar que eu possa ser arrancada de uma &#8220;pseudo&#8221; paz que dura no máximo 15 dias! ( Mais do que isso corre-se o risco de perder negócios e dinheiro) Daí eu penso, que Vida Lôca é esta?! Quanto stress, meu Deus!  :S</p>
<p>Há alguns anos atrás, eu me orgulhava de ser chamada pelo trabalho, em plenas férias, pois meu ego realmente acreditava que a minha presença era fundamental e sem a minha opinião, as coisas simplesmente não andavam. Cria mesmo naquela frase &#8221; Tire férias e se sentirem sua falta, você pode ter certeza de que é valorizado&#8221;.</p>
<p>Tudo ilusão, a mais pura bobagem! O mundo sempre andou sem você e continuará andando. É a nossa auto-preservação e amor-próprio que faz a diferença. E a boa sensação de dever cumprido é presente que damos para nós mesmos.</p>
<p>Pense comigo: A consequência de sua felicidade é a mais benéfica e estimulante de todas as coisas. É logica, pois você de bem consigo, transmite e atrai felicidade, a você e aos que estão a sua volta.</p>
<p>Alguns sortudos, corajosos conseguem as férias dos sonhos. Isso acontece quando optam sabiamente por salvar sua saúde mental e se retiram desta selva de pedras para entrarem com tudo, num Ano Sabático. Parar de trabalhar em prol da busca do autoconhecimento, da reflexão, tomada de decisões que precisam não de um, mas vários meses para se organizar os pensamentos e prepará-los para que se tornem ações e se concretizarem.</p>
<p>Analisando por este lado, essas pessoas não são sortudas, mas precavidas, financeira e mentalmente. Foram pacientes em elaborarem seu projeto de descanso, podendo chamar assim, elaborarem um projeto de um projeto, que será minuciosamente arquitetado, escrito e reescrito, vivido em todas suas fases, desde o rascunho, e então, quando nada ou tudo mais fizer sentido, será possível tirar férias! Férias dentro das férias, com real tempo de descansar, curtir, viajar, se motivar, chorar tudo o que tiver que chorar, e então sorrir. Viver a vida.</p>
<p>Sabe que agora eu me entusiasmei? Férias, me aguardem, pois em breve, ai vou eu!</p>
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		<title>Perdas e Danos</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 22:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Insights]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer quando perdemos?
Quando por caminhos escuros se perdem as expectativas, as vontades, as idéias&#8230;? Quando nos perdemos por estas trilhas, tropeçamos nos pedregulhos espalhados pelo chão, e caímos, humilhados, desgostosos, esgotados demais para se reerguer ?
Não fazemos nada.
Geralmente é assim. Nada fazemos.
Não por preguiça, por fraqueza ou muito menos desesperança, mas é porque nos falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que fazer quando perdemos?</p>
<p>Quando por caminhos escuros se perdem as expectativas, as vontades, as idéias&#8230;? Quando nos perdemos por estas trilhas, tropeçamos nos pedregulhos espalhados pelo chão, e caímos, humilhados, desgostosos, esgotados demais para se reerguer ?</p>
<p>Não fazemos nada.</p>
<p>Geralmente é assim. Nada fazemos.</p>
<p>Não por preguiça, por fraqueza ou muito menos desesperança, mas é porque nos falta ar, nos falta membros, nos falta mente; Falta-nos coração.</p>
<p>Somos movidos pelo coração! Embora as emoções estejam no cérebro, é por este órgão pulsante, tão forte e tão frágil, que seguimos com a vida.</p>
<p>Quem já não sofreu com as perdas e passou pelos danos causados por elas? Danos que machucam e nos provocam doenças, às vezes físicas, quando pior, morais e psicológicas?</p>
<p>Não, este não é um texto para se lamentar. Não é um texto para concordar nem se deprimir. Não é um texto que se curte nem se descarta. Não é algo para absorver ou denegrir. Este texto é apenas um texto, de quem como você, passou por perdas irreparáveis, mas que está aqui e não perdeu a vontade de viver. E quer compartilhar, quer dividir, quer sorrir e criar! Tão bom o vulcão de idéias que fluem ao se permitir tê-las.</p>
<p>Sinto o agora, e torço para que todos nós, estabilizados ou não, tristes ou alegres, casados, solteiros, divorciados, viúvos, estejamos unidos em um só grupo - que de fato estamos - dos que já passaram por algo que quase o destruíssem. Quase. Mas, não. O bom do &#8220;quase&#8221; é que ele é um alerta e não uma definição. Ainda estamos aqui. Talvez não entendendo o rumo das coisas, mas tentando aceitar e aprender.</p>
<p>Não precisa que ninguém reconheça isso, fale sobre isso, dê lição de moral sobre isso. O &#8220;luto&#8221; é necessário, depois dele, você bem com você mesmo, basta.</p>
<p>Perdas sempre ocorrerão. Danos nos deixam cicatrizes. Mas, belas são as marcas da vida, das rugas em nossos rostos, das varizes, das celulites. Sinal de que passeamos por tudo, e evoluímos na vida.</p>
<p>Porque feliz é aquele que viveu todos os episódios da vida. E supera-se todos os dias.</p>
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		<title>Novas técnicas infalíveis sobre &#8220;Como dar Muito Prazer a uma Mulher&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 21:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Papo de Botequim]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esta não é de minha autoria, mas eu adorei e quero compartilhar com todas aqui!
 
Técnica nº 1: Mãos Molhadas
Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha.
Certifique-se de que ela consegue ver muito bem tudo que você faz.
Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: x-small;"><span style="color: #000000;"></span></span></div>
<h4 class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Esta não é de minha autoria, mas eu adorei e quero compartilhar com todas aqui!</h4>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">Técnica nº 1: Mãos Molhadas</p>
<p>Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha.<br />
Certifique-se de que ela consegue ver muito bem tudo que você faz.<br />
Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. Segurando uma esponja macia, submerja suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada&#8230;<br />
Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato.<br />
Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo.<br />
Enxague o prato com água limpa e coloque-o para secar.<br />
Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer..</p>
<p>Técnica nº 2: Vibrando pela Sala</p>
<p>É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer:<br />
Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado.<br />
Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo.<br />
Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta.<br />
Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás&#8230; por todo o carpete da sala.<br />
Você saberá quando deve passar para uma nova área.<br />
Vá mudando gradativamente de lugar.<br />
Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.</p>
<p>Técnica n° 3: Camiseta Molhada</p>
<p>Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua perfomance a todas as amigas dela:<br />
Você precisará apenas de duas pilhas.<br />
Uma pilha com as roupas brancas, e outra pilha com as coloridas.<br />
Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante).<br />
Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina&#8230; uma de cada vez&#8230;. devagar.<br />
Feche a tampa e ligue o &#8216;ciclo completo&#8217;.<br />
Sua companheira vai ficar extasiada.<br />
Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar.<br />
Repita a operação com as roupas coloridas&#8230;</p>
<p>Técnica nº 4: O que sobe, desce</p>
<p>Esta é uma técnica muito rapidinha.<br />
Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir.<br />
Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso.<br />
Ao terminar, abaixe novamente.<br />
Faça isso todas as vezes.<br />
Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.</p>
<p>Técnica nº 5: Gratificação Total</p>
<p>Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher.<br />
Esta técnica leva algum tempo para o seu aperfeiçoamento.<br />
Empenhe-se com afinco.<br />
Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite.<br />
Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa.<br />
Aprenda a fazer uma refeição completa.<br />
Seja bom nisso.<br />
Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou).<br />
Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa.<br />
Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, execute a Técnica nº 1.</p>
<p>Preste atenção nela pois o estado de satisfação será extremamente alto, tão alto que poderá causar coma repentino.</p>
<h4> </h4>
<div><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"> </span></span></span></div>
<p><span style="font-size: 12pt; color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: x-small;"> </p>
<p></span></span></span></p>
<p> </p>
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		<title>Por que os homens traem (Por que as Pessoas traem?)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 22:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Papo de Botequim]]></category>

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		<description><![CDATA[Não tem receita de bolo! Se existisse uma resposta concreta, juro que dividiria com todos vocês!
Não há respostas para as coisas do coração. Não há razão precisa sobre o que é movido pelo instinto, pela emoção. Não há barreiras que segure quem quer atravessar para o outro lado! Porque o campo do vizinho será sempre mais verde, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem receita de bolo! Se existisse uma resposta concreta, juro que dividiria com todos vocês!</p>
<p>Não há respostas para as coisas do coração. Não há razão precisa sobre o que é movido pelo instinto, pela emoção. Não há barreiras que segure quem quer atravessar para o outro lado! Porque o campo do vizinho será sempre mais verde, as rosas lá sempre desabrocharão mais belas&#8230;</p>
<p>Porque o outro trai é impossível de se decifrar, mas saber como funciona, nem tanto. A traição é um ato egoísta, porque envolve outras pessoas, que geralmente não se conhece; E o outro não é compromisso nosso. O que é do outro é problema do outro.</p>
<p>Então há àqueles que interferem na vida alheia, e como uma faca cortante atravessa um casal no meio, sem se importar quem vai colher os resquícios. Quer dizer, sabemos quem vai colher: o outro. </p>
<p>O ser definido como &#8220;outro&#8221; é, para mim, um paradoxo. Isso porque a traição, o ato em si, depende da percepção de quem está vivendo a situação. Há ângulos distintos, há em cada participante de um triângulo, uma história intrínseca, uma justificativa, uma razão para se estar ali.</p>
<p>Mas, seja o motivo que for, a traição é provocada por aquele que é traído. Calma! Não me xinguem antes de eu concluir. Eu também fui traída. Todo ser humano é. O fato de sermos humanos já nos deixa pré-dispostos à traição, de uma forma ou de outra.</p>
<p>Queremos mais, queremos o melhor, e na maioria das vezes, somos acomodados. Estamos seguros numa situação confortável então para que mudar isso? Só que o fato de trair já muda tudo. Seria mais fácil se fôssemos sinceros e confessássemos ao outro, nossas dúvidas, nossa insatisfação. Mas isso não acontece. Somos covardes; Ambos os lados da relação. Covarde é aquele que não fala; Covarde também é aquele que não quer ouvir.</p>
<p>Não sei bem se a palavra é covarde. Talvez inseguros seja mais apropriado. Outra razão para se trair. Para provar para nós mesmos que somos bons o bastante, imprescindíveis o bastante para não sermos deixados.</p>
<p>E há pessoas que traem por isso, para provarem algo para si mesmas; Outras para se submeterem à vontade do ego. Outras porque deixaram de acreditar que é possivel viver uma relação saudável, de cumplicidade e sinceridade. Outras que nem sabem que estão ali! E outras porque simplesmente estão de sacanagem.</p>
<p>O segredo é evitar a traição da maneira como ela costuma se apresentar. Sabermos quando as coisas já não são mais as mesmas e agir. Agir não é trair antes de ser traida. Isso é imaturidade!</p>
<p>As mulheres foram abençoadas pela intuição, mas é incrível admitir que não sabemos usá-la ao nosso favor. A traição geralmente ocorre quando não estamos prestando atenção. Mas não digo a atenção sobre o outro. A atenção deve ser dada a nós mesmas!</p>
<p>Estamos sempre pensando no outro. E esquecemos de nós mesmas. </p>
<p>Ao mesmo tempo, não podemos prestar a nós mesmas, cegamente, exclusivamente. Devemos medir tudo como numa balança. Devemos nos dedicar a tudo com sabedoria. (Quem disse que viver era fácil?)</p>
<p>Uma pessoa escolhe ficar com a outra pelo o que ela representa. E a relação perdura pelo o que o casal aprendeu junto, pelo o que conquistou junto até então.</p>
<p>Um deve completar o outro: nas idéias, nos desejos, nos planos, um deve ser cúmplice do outro. Um casal é na verdade uma sociedade. E há crises, sem dúvida, mas quando há cumplicidade, dificilmente há traição.</p>
<p>Mas, se o outro decidir partir para outro desafio, outra aventura, não será você quem vai impedir. Você não precisa aceitar, não tem que ser forte, pode esbravejar e amaldiçoar, mas precisa estar consciente.</p>
<p>Consciente de que se dedicou verdadeiramente, de que não é vítima nem culpada. Lúcida, não pirada.</p>
<p>O resultado da relação é responsabilidade tanto sua quanto do outro. Se um evoluir e o outro não, se um for para um lado e um para outro, se um não sente mais desejo um no outro, não há como evitar uma separação. Só não precisa ser da pior forma, com a traição.</p>
<p>Não temos como evitar o desvio de um caminho trilhado de sonhos e amor, não há como evitar também o desejo por outro que não seja mais você, mas podemos evitarmos o desgaste.</p>
<p>Se formos inteligentes e tivermos amor próprio, a relação pode até acabar, mas certamente seremos preservadas de maior sofrimento. Pior do que terminar uma relação é sair dela sem amor próprio. Esse sim, jamais nos deixará. Este sim, é o amor verdadeiro, que jamais nos trairá. É o que vai te reerguer para continuar tentando, até acertar.</p>
<p>É tudo o que você precisa.</p>
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		<title>Para não dizer que não falei de sexo&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 23:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Papo de Botequim]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando penso em sexo, não posso deixar de fazer algum tipo de brincadeira. É um assunto muito extenso, polêmico ao extremo, para deixar de se falar sobre ele pelo menos uma vez por dia.
As pudicas que me perdoem, mas quem não pensa em sexo não vive! Sexo é energia, nossa referência como seres humanos, afinal somos pura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando penso em sexo, não posso deixar de fazer algum tipo de brincadeira. É um assunto muito extenso, polêmico ao extremo, para deixar de se falar sobre ele pelo menos uma vez por dia.</p>
<p>As pudicas que me perdoem, mas quem não pensa em sexo não vive! Sexo é energia, nossa referência como seres humanos, afinal somos pura energia transitória!</p>
<p>E por falar sobre pudicas, sexo e polêmica, não podia deixar de citar aqui o meu idolatrado Nelson Rodrigues, que com sua perspicácia e ousadia já dizia: &#8220;mulheres gostam de apanhar&#8221;. Ok, vamos convir que gostar de uma surra, ninguém são gosta, mas &#8220;uns tapinhas&#8221; vez em quando não dói! Ainda mais tapas de amor!</p>
<p>Está certo, Nelson podia ser radical em sua teoria sobre o universo feminino, mas para não criar (ainda mais) polêmica, vamos deixar os chinelos e cintos de fivela de lado e vamos falar sobre sexo e suas metáforas, afinal, foi por isso que comecei a escrever esse textículo. ( Não escrachem! Procurem a palavra no dicionário).</p>
<p>Comparações no cotidiano:</p>
<p>Sexo é como um bumerangue, a gente dá para receber. (E joga longe para isso)</p>
<p>É como brincar de elástico, quanto mais pular a &#8220;cerca&#8221;, mas popular você fica entre os amigos.</p>
<p>É como pular amarelinha, você deve fazer um verdadeiro malabarismo para conseguir chegar ao céu.</p>
<p>É como ticket refeição, você não recebe por direito, pagou com o suor do corpo para conseguir comer.</p>
<p>Sexo está sublimado em tudo, até por detrás de frases de incentivo e auto-ajuda: &#8220;Em todo processo há dor, revolta, reação, ação e satisfação.&#8221; ( Viu só? Sexo puro!)</p>
<p>Sexo está presente em todos os lugares, e é só falar sobre, que a conversa e a imaginação fluem: está nos anúncios, nas imagens, fotografias, nos livros, nas fábulas&#8230;Até no metrô. Não, por que não é estranho um objeto cilíndrico e comprido correr à toda dentro de um buraco, indo e vindo, com tantas cabecinhas dentro? Nossa! Agora me senti um espermatozóide!</p>
<p>Não sabem como me sentirei aliviada quando chegar a minha estação!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Encontro às Escuras</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 20:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Papo de Botequim]]></category>

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		<description><![CDATA[

Bem que minha mãe dizia: “Nunca saia de casa com uma calcinha furada, você nunca sabe o que pode acontecer&#8230; E se você sofrer um acidente?”
É verdade, dependendo da perspectiva, um acidente seria tão trágico quanto um blind date, quando uma noite promissora fosse por água abaixo só por causa de uma lingerie démodé.
Não sei o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span style="font-family: Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Bem que minha mãe dizia: “Nunca saia de casa com uma calcinha furada, você nunca sabe o que pode acontecer&#8230; E se você sofrer um acidente?”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">É verdade, dependendo da perspectiva, um acidente seria tão trágico quanto um blind date, quando uma noite promissora fosse por água abaixo só por causa de uma lingerie démodé.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Não sei o que nós mulheres pensamos quando aceitamos um encontro às escuras. Um encontro destes tem tudo para dar errado, a começar por você não ter conhecimento do indivíduo o qual, por livre e espontânea pressão, irá socializar-se.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Acredito que seja porque geralmente topamos nos arriscar numa aventurazinha dessas, furtivas, quando estamos numa fase de lamentação, pós-traumática de fim de relacionamento, e estamos sensíveis demais para pensar! </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">É completamente irracional aceitar que amigas se reúnam para deliberarem sobre o seu futuro amoroso, definindo quem é o melhor modelo de pai de nossos filhos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Tudo em nome da amizade, certo, mas amizade é adquirida com convivência, e na convivência fica, ou pelo menos deveria ficar, implícito que há conhecimento sobre o outro. Então como explicar as escolhas desastrosas que essas doces criaturas fazem para nós?  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Nessa hora penso o quanto deveria destituí-las do posto de “amigas”. Mas, daí passa e vem a reflexão: </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“Será mesmo que nossas amigas escolhem tão mal os nossos pretendentes, pois não entendem nada sobre nosso gosto? Ou será porque estão de sacanagem? Na verdade são umas invejosas que aproveitam o momento para se vigarem da nossa arrogância de outrora, quando nos vangloriamos de estar fazendo um sexo quente e freqüente, e elas não? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Ou será que o problema está em nós mesmas? Somos nós mesmas que nos depreciamos e nos sabotamos contra qualquer e mínima possibilidade de ser feliz?”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Eu fiquei com a última. E é difícil aceitar porque a conclusão, o término, já é difícil de digerir. Depois que algo termina parece que fica tudo tão vazio. E é tão difícil, não entendo o porquê, é tão difícil se livrar do “antes” e partir para o “em frente”&#8230; </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O “agora” parece tão monótono e insignificante quando nos deparamos com algo que já não existe. Mas como crer nisso se ainda está tudo tão presente? Não há coerência.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Relacionamentos vêm e vão e as experiências, boas ou não, evoluem junto com você. </span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Se o erro persiste, reavaliar-se nunca é tarde. E se não há mais relação, é porque está na hora de parar, se d</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">ar o prazer da própria companhia. Por que não? Chorar para depois se divertir, e rir de si mesma. Cair e levantar, como diz a letra daquela música. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O desapego é uma virtude de poucos e a esperança está vulgarizada pelos preguiçosos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Acidentes durante o percurso da vida sempre vão acontecer quando estivermos despreparados. Por isso é preciso transcender aos detalhes e curtir ao máximo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Seja de calcinhas furadas ou feias, não importa, porque n</span></span><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">a hora do prazer, estamos pelados mesmo.</span></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-family: Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
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<p> </p>
<p> </p>
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<p></span></span></p>
<p> </p>
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		<title>Introdução 2009 - Dilemas e Reciclagem</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 19:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Insights]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrou 2009 e eu nada ainda vi de novo. O que vi foi uma reinvenção do velho, as pessoas com a mesma balela, com os mesmos desejos, as mesmas histórias sobre: &#8220;Este ano eu vou emagrecer, este ano eu vou mudar de vida, este ano eu quero mais dinheiro, este ano vou mandar meu chefe à&#8230;&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrou 2009 e eu nada ainda vi de novo. O que vi foi uma reinvenção do velho, as pessoas com a mesma balela, com os mesmos desejos, as mesmas histórias sobre: &#8220;Este ano eu vou emagrecer, este ano eu vou mudar de vida, este ano eu quero mais dinheiro, este ano vou mandar meu chefe à&#8230;&#8221; E eu penso com meus botões &#8220;Vai nada!&#8221;</p>
<p>Pode parecer um discurso pessimista, mas aos que tiverem interesse no texto, verão que não. A verdade é dura de encarar e ninguém admite que muitas insucessos é por culpa própria, por falta de coragem de prosseguir.</p>
<p>Poucos seguem um projeto até o final, a maioria de nós fica só no sonho. Nem pro papel as idéias são passadas! E daí, não há piedade da vida aos que choram pelos maus resultados. Porque nada será dado àquele que nada faz para conquistar. Lutar dá trabalho!</p>
<p>Há aqueles que batem no peito e discordam. Há os que pensam que fazem. E no pensar, nada fazem. Há aqueles que fazem pensando muito. Nada mudam.</p>
<p>O fato é que é muito confortável fazer papel de vítima, é justificável, e é quase indolor. Mas é pura ilusão.</p>
<p>A vida é um impulso, é preciso se jogar para não cair e se arrebentar. Não refletimos, mas somos jogados na vida sem dó logo ao nascermos. E dependentes que somos, vivemos às custas da solidariedade humana, às vezes caridade, até que ganhemos forças para nos guiarmos sós.</p>
<p>Mas muitas pessoas nem conseguem se guiar. E somos a maioria de nós, guiados pela força do vento, num barco chamado &#8220;Brasil&#8221;, que flutua numa ilusória marolinha, meio sem rumo, em direção ao pote de ouro no fim do arco íris.</p>
<p>Então somamos às dificuldades externas, trabalho, pressão, família, que muitas vezes nos sufoca, às crises existenciais que nos consomem por dentro, nos mortifica em dúvidas, e nos leva quase ao desespero da dúvida, e nos vemos numa encruzilhada entre os pontos de interrogação e exclamação.</p>
<p>&#8220;Para onde vou agora? E quem me carrega no colo pelamordedeus?&#8221;  É nesta hora que nos vemos sós.</p>
<p>Quando você que me lê pensa que é este o momento que você senta e chora. Esqueça! Você não está na TV. Sua vida não é um roteiro. Não é um cinema. Mesmo assim você pode mudar o enredo!</p>
<p>Refaça os diálogos, reescreva os pensamentos, detalhe os eventos, viaje nos sonhos e fantasias, crie uma nova história. Pense que o ano que passou é a semente plantada, e se ficou podre, jogue fora e plante outra, muitas! Ainda é cedo para desistir. Tudo está à frente. Sempre dá tempo de reciclar.</p>
<p>Fracasso é uma palavra forte, que no dicionário deveria significar &#8220;aprendizado&#8221;. E aprendi que o único lugar que sucesso vem antes de trabalho, é no dicionário.</p>
<p>Por isso, desejo a todos nós, bons anos à frente. E para este ano de 2009, torço para que continuemos lutando contra os maus pensamentos. Pensemos grande! Pensemos SUCESSO!</p>
<p>Recicle-se. Mude.</p>
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		<title>Sexo em tempos de crise</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 00:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Papo de Botequim]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em tempos de crise, nada escapa. Nem o sexo! 
Já não se pode curtir uma noitada sem pensar nos dividendos! 
Hoje em dia, nem pensar em arriscar com investimentos duvidosos. As perdas podem ser irreversíveis.
 
Quem já se aventurou em investir nesta roleta russa do prazer sem compromisso, sentiu na pele que as apostas estão ficando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Em tempos de crise, nada escapa. Nem o sexo! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Já não se pode curtir uma noitada sem pensar nos dividendos! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Hoje em dia, nem pensar em arriscar com investimentos duvidosos. As perdas podem ser irreversíveis.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Quem j</span><span style="font-size: 10pt; font-family: ">á se aventurou em investir nesta roleta russa do prazer</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> sem compromisso, sentiu na pele que as apostas estão ficando mais altas, e escassas!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Eu, mulher moderna que sou, para fazer um investimento de alto risco, só se for para valer muito à pena! Retorno garantido porque dinheiro não se tem de volta! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Embora saiba que a adrenalina pelo </span><span style="font-size: 10pt; font-family: ">alto risco da perda</span><span style="font-size: 10pt; font-family: "> é um vício delicioso que justifica qualquer insanidade temporária, atualmente eu prefiro continuar investindo no meu “fundo seguro” (o que guardo no fundo da gaveta do armário para momentos de crise e abstinência sexual). </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Os investimentos femininos são muito simples: devem ser sempre os mais “sólidos” e “robustos” cujos resultados devem ser sempre de longo prazo (nunca curto!).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Penso que para atravessar a tal crise, o melhor no momento é investir mesmo no namoro. Namoro não é estável, mas é econômico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Se bem que economia demais pode se tornar monótono, e ousadia demais, divórcio. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Ah! Tudo tem seu preço. Na vida tudo são altos e baixos, e quem não arrisca não petisca! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">O legal é que hoje em dia, qualquer pessoa pode dar um “home broker” a hora que quiser, perder ou ganhar, não importa, o importante é saber que sempre se pode recomeçar, sem medo de ser feliz! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Ainda mais porque como brasileiros, otimistas de carteirinha, nunca encaramos um problema como crise, só uma fase a se atravessar. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">E por que não?</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></span></span></span></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Chefe - Uma história de amor e ódio</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 00:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Papo de Botequim]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem consegue explicar a velha história de amor e ódio sobre &#8220;chefes&#8221;? Os chefes têm tantos adjetivos que deviam ganhar um feriado mundial. Já devem ter pensado nisso antes, mas talvez não tenha sido viável porque chefe não tem direito a feriados; Nem a fins de semana. Aliás não tem direito a nada! Afinal o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem consegue explicar a velha história de amor e ódio sobre &#8220;chefes&#8221;? Os chefes têm tantos adjetivos que deviam ganhar um feriado mundial. Já devem ter pensado nisso antes, mas talvez não tenha sido viável porque chefe não tem direito a feriados; Nem a fins de semana. Aliás não tem direito a nada! Afinal o que eles querem? Já não têm o status de chefe? Para que mais? Só o mórbido prazer de poder molestar pobres almas, escravas, perdidas, sedentas por um interminável, gesticulado, bom e velho ES-POR-RO! preferencialmente pela manhã, no primeiro horário senão no último, faltando uns 10 minutos para as 6 da tarde! - já não valem cada centavo daquele prolabore agressivamente alto? Quem falou de dar feriado para esses infelizes? Eu hein?!</p>
<p>Dizem as más linguas ( línguas de chefe) que pelo menos uma vez por mês, sempre às sextas-feiras à noite ( porque chefe não tem mulher e sem tem, dorme de calça jeans) acontece uma reunião de chefes anônimos (CA) que se reunem para compartilhar suas angústias e vitórias. Dizem também que o ponto alto da reunião é quando há testemunhos! Principalmente sobre as peças que aprontam contra estagiários (Puro sadismo).</p>
<p>A cada detalhe ( sórdido) da experiência de um chefe com um novo súdito, digo estagiário, aplausos fervorosos e demorados ecoam pelo salão.</p>
<p>Pior do que chefe só mesmo os &#8220;sub-chefes&#8221;. Os &#8220;capitães-do-mato&#8221;. Eles chicoteiam, e - vá lá- tem até um certo prazer em pisotear sobre os subalternos de CLT, por cem, quinhentas merrecas a mais.</p>
<p>Os &#8220;capitães-do-mato (CM)&#8221; são verdadeiros incógnitos! A gente nunca sabe quando está agradando ou se enterrando com os comentários e atitudes. Por isso não vacile! Todo cuidado é pouco.</p>
<p>O &#8220;CM&#8221; é aquele que se aproveita de um momento relax para descontar toda raiva de ter constantemente o fiofó assado pelos esporros do verdadeiro chefe, o CM3 ( Chefe Maior Elevado à Potência).</p>
<p>O &#8220;CM&#8221; é aquele pilantrinha dissimulado que sai pra night com a equipe, bate em cada ombrinho escravo e às vezes até paga uns gorós. Ele vem com um papo agradável - tipo neurolinguistico, sabe como é? aquele papo &#8220;engana-trouxa&#8221; de que um dia você chegará lá? (lá aonde?) - e então você, bêbado daquele uisque barato que ele lhe deu, descontraido vai na onda dele. Grande erro! Os conselhos do &#8220;CM&#8221; neste momento são só pra que no dia seguinte, às vezes por semanas a fio, você ser &#8220;zoado&#8221; diante os colegas da equipe - e toda a empresa - pelo &#8220;mico&#8221; que você pagou na noite.</p>
<p>E o pior ! Você é obrigado a rir das piadinhas sem postura do &#8220;CM&#8221;! Afinal ele é seu &#8220;chefe&#8221;.</p>
<p>Pobres coitados!  Eu ainda não sei porque as pessoas são tão críticas. Acho que isso é pura inveja! Eles são chefes. Eles chegaram lá. Lute por isso ( TVM - Te Vira Malandro) e engula os sapos. Seja PRÓ-ATIVO!  Eles já foram como nós. E nós, haveremos de ser como eles um dia!</p>
<p>Chefe é chefe, temos que entendê-los. Eles não sabem o que fazem.  Perdoai-os! (ou somos demitidos)</p>
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		<title>O Belo e Imutável</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 00:41:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carol</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Insights]]></category>

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		<description><![CDATA[A beleza, mais do que sua tradução mais íntegra significa mais do que aquilo que deve ser contemplado. 
É algo virtuoso! Deve ser conquistado, revisto, procurado nos mínimos detalhes;
Acredito sinceramente, na expertise de quem sabiamente percebe o belo no que só enxergam o feio, o desengonçado.
Simbologias à parte, o conceito sobre o que é belo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">A beleza, mais do que sua tradução mais íntegra significa mais do que aquilo que deve ser contemplado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">É algo virtuoso! Deve ser conquistado, revisto, procurado nos mínimos detalhes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Acredito sinceramente, na expertise de quem sabiamente percebe o belo no que só enxergam o feio, o desengonçado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Simbologias à parte, o conceito sobre o que é belo e feio é pré-conceito determinado pela sociedade… Nunca, a verdade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Alguém criou as regras, certo. Mas, cabe a nós, questioná-las. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">O que era certo há décadas, séculos, milênios atrás, não necessariamente é lei nos dias de hoje. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">O que se mostra questionável é para se pensar, refletir, aguçar o pensamento. Que já em sua concepção é infinitamente belo e mágico, em sua freqüência e velocidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Deve ser ai que habita a fé. Aquilo que é imutável, atemporal, inabalável. Aquilo que permanece.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">A fé, a verdade de quem a elege no inconsciente, explode em desabafo ao se criar pensamento. Ela transmuta em idéia até torna-se realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">A única coisa que realmente importa é o que <strong><span style="font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: normal;">você</span></strong> pensa, e como se sente em relação ao seu pensamento. Ele é sua criação. É de sua posse. É inegável seu total domínio sobre ele. Suas fantasias são verdades fantásticas e tangíveis! </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Por isso, acredite!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto;"><span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;">Não há o certo ou errado. Belo ou feio. Só um jeito diferente de enxergar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
]]></content:encoded>
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