Intimidades

Papo com Carol Roldan

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Esta não é de minha autoria, mas eu adorei e quero compartilhar com todas aqui!

 

Técnica nº 1: Mãos Molhadas

Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha.
Certifique-se de que ela consegue ver muito bem tudo que você faz.
Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. Segurando uma esponja macia, submerja suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada…
Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato.
Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo.
Enxague o prato com água limpa e coloque-o para secar.
Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer..

Técnica nº 2: Vibrando pela Sala

É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer:
Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado.
Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo.
Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta.
Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás… por todo o carpete da sala.
Você saberá quando deve passar para uma nova área.
Vá mudando gradativamente de lugar.
Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.

Técnica n° 3: Camiseta Molhada

Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua perfomance a todas as amigas dela:
Você precisará apenas de duas pilhas.
Uma pilha com as roupas brancas, e outra pilha com as coloridas.
Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante).
Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina… uma de cada vez…. devagar.
Feche a tampa e ligue o ‘ciclo completo’.
Sua companheira vai ficar extasiada.
Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar.
Repita a operação com as roupas coloridas…

Técnica nº 4: O que sobe, desce

Esta é uma técnica muito rapidinha.
Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir.
Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso.
Ao terminar, abaixe novamente.
Faça isso todas as vezes.
Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.

Técnica nº 5: Gratificação Total

Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher.
Esta técnica leva algum tempo para o seu aperfeiçoamento.
Empenhe-se com afinco.
Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite.
Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa.
Aprenda a fazer uma refeição completa.
Seja bom nisso.
Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou).
Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa.
Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, execute a Técnica nº 1.

Preste atenção nela pois o estado de satisfação será extremamente alto, tão alto que poderá causar coma repentino.

 

 

 

 

Não tem receita de bolo! Se existisse uma resposta concreta, juro que dividiria com todos vocês!

Não há respostas para as coisas do coração. Não há razão precisa sobre o que é movido pelo instinto, pela emoção. Não há barreiras que segure quem quer atravessar para o outro lado! Porque o campo do vizinho será sempre mais verde, as rosas lá sempre desabrocharão mais belas…

Porque o outro trai é impossível de se decifrar, mas saber como funciona, nem tanto. A traição é um ato egoísta, porque envolve outras pessoas, que geralmente não se conhece; E o outro não é compromisso nosso. O que é do outro é problema do outro.

Então há àqueles que interferem na vida alheia, e como uma faca cortante atravessa um casal no meio, sem se importar quem vai colher os resquícios. Quer dizer, sabemos quem vai colher: o outro. 

O ser definido como “outro” é, para mim, um paradoxo. Isso porque a traição, o ato em si, depende da percepção de quem está vivendo a situação. Há ângulos distintos, há em cada participante de um triângulo, uma história intrínseca, uma justificativa, uma razão para se estar ali.

Mas, seja o motivo que for, a traição é provocada por aquele que é traído. Calma! Não me xinguem antes de eu concluir. Eu também fui traída. Todo ser humano é. O fato de sermos humanos já nos deixa pré-dispostos à traição, de uma forma ou de outra.

Queremos mais, queremos o melhor, e na maioria das vezes, somos acomodados. Estamos seguros numa situação confortável então para que mudar isso? Só que o fato de trair já muda tudo. Seria mais fácil se fôssemos sinceros e confessássemos ao outro, nossas dúvidas, nossa insatisfação. Mas isso não acontece. Somos covardes; Ambos os lados da relação. Covarde é aquele que não fala; Covarde também é aquele que não quer ouvir.

Não sei bem se a palavra é covarde. Talvez inseguros seja mais apropriado. Outra razão para se trair. Para provar para nós mesmos que somos bons o bastante, imprescindíveis o bastante para não sermos deixados.

E há pessoas que traem por isso, para provarem algo para si mesmas; Outras para se submeterem à vontade do ego. Outras porque deixaram de acreditar que é possivel viver uma relação saudável, de cumplicidade e sinceridade. Outras que nem sabem que estão ali! E outras porque simplesmente estão de sacanagem.

O segredo é evitar a traição da maneira como ela costuma se apresentar. Sabermos quando as coisas já não são mais as mesmas e agir. Agir não é trair antes de ser traida. Isso é imaturidade!

As mulheres foram abençoadas pela intuição, mas é incrível admitir que não sabemos usá-la ao nosso favor. A traição geralmente ocorre quando não estamos prestando atenção. Mas não digo a atenção sobre o outro. A atenção deve ser dada a nós mesmas!

Estamos sempre pensando no outro. E esquecemos de nós mesmas. 

Ao mesmo tempo, não podemos prestar a nós mesmas, cegamente, exclusivamente. Devemos medir tudo como numa balança. Devemos nos dedicar a tudo com sabedoria. (Quem disse que viver era fácil?)

Uma pessoa escolhe ficar com a outra pelo o que ela representa. E a relação perdura pelo o que o casal aprendeu junto, pelo o que conquistou junto até então.

Um deve completar o outro: nas idéias, nos desejos, nos planos, um deve ser cúmplice do outro. Um casal é na verdade uma sociedade. E há crises, sem dúvida, mas quando há cumplicidade, dificilmente há traição.

Mas, se o outro decidir partir para outro desafio, outra aventura, não será você quem vai impedir. Você não precisa aceitar, não tem que ser forte, pode esbravejar e amaldiçoar, mas precisa estar consciente.

Consciente de que se dedicou verdadeiramente, de que não é vítima nem culpada. Lúcida, não pirada.

O resultado da relação é responsabilidade tanto sua quanto do outro. Se um evoluir e o outro não, se um for para um lado e um para outro, se um não sente mais desejo um no outro, não há como evitar uma separação. Só não precisa ser da pior forma, com a traição.

Não temos como evitar o desvio de um caminho trilhado de sonhos e amor, não há como evitar também o desejo por outro que não seja mais você, mas podemos evitarmos o desgaste.

Se formos inteligentes e tivermos amor próprio, a relação pode até acabar, mas certamente seremos preservadas de maior sofrimento. Pior do que terminar uma relação é sair dela sem amor próprio. Esse sim, jamais nos deixará. Este sim, é o amor verdadeiro, que jamais nos trairá. É o que vai te reerguer para continuar tentando, até acertar.

É tudo o que você precisa.

Quando penso em sexo, não posso deixar de fazer algum tipo de brincadeira. É um assunto muito extenso, polêmico ao extremo, para deixar de se falar sobre ele pelo menos uma vez por dia.

As pudicas que me perdoem, mas quem não pensa em sexo não vive! Sexo é energia, nossa referência como seres humanos, afinal somos pura energia transitória!

E por falar sobre pudicas, sexo e polêmica, não podia deixar de citar aqui o meu idolatrado Nelson Rodrigues, que com sua perspicácia e ousadia já dizia: “mulheres gostam de apanhar”. Ok, vamos convir que gostar de uma surra, ninguém são gosta, mas “uns tapinhas” vez em quando não dói! Ainda mais tapas de amor!

Está certo, Nelson podia ser radical em sua teoria sobre o universo feminino, mas para não criar (ainda mais) polêmica, vamos deixar os chinelos e cintos de fivela de lado e vamos falar sobre sexo e suas metáforas, afinal, foi por isso que comecei a escrever esse textículo. ( Não escrachem! Procurem a palavra no dicionário).

Comparações no cotidiano:

Sexo é como um bumerangue, a gente dá para receber. (E joga longe para isso)

É como brincar de elástico, quanto mais pular a “cerca”, mas popular você fica entre os amigos.

É como pular amarelinha, você deve fazer um verdadeiro malabarismo para conseguir chegar ao céu.

É como ticket refeição, você não recebe por direito, pagou com o suor do corpo para conseguir comer.

Sexo está sublimado em tudo, até por detrás de frases de incentivo e auto-ajuda: “Em todo processo há dor, revolta, reação, ação e satisfação.” ( Viu só? Sexo puro!)

Sexo está presente em todos os lugares, e é só falar sobre, que a conversa e a imaginação fluem: está nos anúncios, nas imagens, fotografias, nos livros, nas fábulas…Até no metrô. Não, por que não é estranho um objeto cilíndrico e comprido correr à toda dentro de um buraco, indo e vindo, com tantas cabecinhas dentro? Nossa! Agora me senti um espermatozóide!

Não sabem como me sentirei aliviada quando chegar a minha estação!

04 fev

Bem que minha mãe dizia: “Nunca saia de casa com uma calcinha furada, você nunca sabe o que pode acontecer… E se você sofrer um acidente?”

É verdade, dependendo da perspectiva, um acidente seria tão trágico quanto um blind date, quando uma noite promissora fosse por água abaixo só por causa de uma lingerie démodé.

Não sei o que nós mulheres pensamos quando aceitamos um encontro às escuras. Um encontro destes tem tudo para dar errado, a começar por você não ter conhecimento do indivíduo o qual, por livre e espontânea pressão, irá socializar-se.

Acredito que seja porque geralmente topamos nos arriscar numa aventurazinha dessas, furtivas, quando estamos numa fase de lamentação, pós-traumática de fim de relacionamento, e estamos sensíveis demais para pensar!

É completamente irracional aceitar que amigas se reúnam para deliberarem sobre o seu futuro amoroso, definindo quem é o melhor modelo de pai de nossos filhos.

Tudo em nome da amizade, certo, mas amizade é adquirida com convivência, e na convivência fica, ou pelo menos deveria ficar, implícito que há conhecimento sobre o outro. Então como explicar as escolhas desastrosas que essas doces criaturas fazem para nós? 

Nessa hora penso o quanto deveria destituí-las do posto de “amigas”. Mas, daí passa e vem a reflexão: “Será mesmo que nossas amigas escolhem tão mal os nossos pretendentes, pois não entendem nada sobre nosso gosto? Ou será porque estão de sacanagem? Na verdade são umas invejosas que aproveitam o momento para se vigarem da nossa arrogância de outrora, quando nos vangloriamos de estar fazendo um sexo quente e freqüente, e elas não?

Ou será que o problema está em nós mesmas? Somos nós mesmas que nos depreciamos e nos sabotamos contra qualquer e mínima possibilidade de ser feliz?”.

Eu fiquei com a última. E é difícil aceitar porque a conclusão, o término, já é difícil de digerir. Depois que algo termina parece que fica tudo tão vazio. E é tão difícil, não entendo o porquê, é tão difícil se livrar do “antes” e partir para o “em frente”… O “agora” parece tão monótono e insignificante quando nos deparamos com algo que já não existe. Mas como crer nisso se ainda está tudo tão presente? Não há coerência.

Relacionamentos vêm e vão e as experiências, boas ou não, evoluem junto com você. Se o erro persiste, reavaliar-se nunca é tarde. E se não há mais relação, é porque está na hora de parar, se dar o prazer da própria companhia. Por que não? Chorar para depois se divertir, e rir de si mesma. Cair e levantar, como diz a letra daquela música.

O desapego é uma virtude de poucos e a esperança está vulgarizada pelos preguiçosos.

Acidentes durante o percurso da vida sempre vão acontecer quando estivermos despreparados. Por isso é preciso transcender aos detalhes e curtir ao máximo.

Seja de calcinhas furadas ou feias, não importa, porque na hora do prazer, estamos pelados mesmo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

17 nov

Em tempos de crise, nada escapa. Nem o sexo!

Já não se pode curtir uma noitada sem pensar nos dividendos!

Hoje em dia, nem pensar em arriscar com investimentos duvidosos. As perdas podem ser irreversíveis.

 

Quem já se aventurou em investir nesta roleta russa do prazer sem compromisso, sentiu na pele que as apostas estão ficando mais altas, e escassas!

 

Eu, mulher moderna que sou, para fazer um investimento de alto risco, só se for para valer muito à pena! Retorno garantido porque dinheiro não se tem de volta!

 

Embora saiba que a adrenalina pelo alto risco da perda é um vício delicioso que justifica qualquer insanidade temporária, atualmente eu prefiro continuar investindo no meu “fundo seguro” (o que guardo no fundo da gaveta do armário para momentos de crise e abstinência sexual).

 

Os investimentos femininos são muito simples: devem ser sempre os mais “sólidos” e “robustos” cujos resultados devem ser sempre de longo prazo (nunca curto!).

 

Penso que para atravessar a tal crise, o melhor no momento é investir mesmo no namoro. Namoro não é estável, mas é econômico.

Se bem que economia demais pode se tornar monótono, e ousadia demais, divórcio.  

 

Ah! Tudo tem seu preço. Na vida tudo são altos e baixos, e quem não arrisca não petisca!

 

O legal é que hoje em dia, qualquer pessoa pode dar um “home broker” a hora que quiser, perder ou ganhar, não importa, o importante é saber que sempre se pode recomeçar, sem medo de ser feliz!

Ainda mais porque como brasileiros, otimistas de carteirinha, nunca encaramos um problema como crise, só uma fase a se atravessar.

E por que não?

 

 

 

 

 

 

Quem consegue explicar a velha história de amor e ódio sobre “chefes”? Os chefes têm tantos adjetivos que deviam ganhar um feriado mundial. Já devem ter pensado nisso antes, mas talvez não tenha sido viável porque chefe não tem direito a feriados; Nem a fins de semana. Aliás não tem direito a nada! Afinal o que eles querem? Já não têm o status de chefe? Para que mais? Só o mórbido prazer de poder molestar pobres almas, escravas, perdidas, sedentas por um interminável, gesticulado, bom e velho ES-POR-RO! preferencialmente pela manhã, no primeiro horário senão no último, faltando uns 10 minutos para as 6 da tarde! - já não valem cada centavo daquele prolabore agressivamente alto? Quem falou de dar feriado para esses infelizes? Eu hein?!

Dizem as más linguas ( línguas de chefe) que pelo menos uma vez por mês, sempre às sextas-feiras à noite ( porque chefe não tem mulher e sem tem, dorme de calça jeans) acontece uma reunião de chefes anônimos (CA) que se reunem para compartilhar suas angústias e vitórias. Dizem também que o ponto alto da reunião é quando há testemunhos! Principalmente sobre as peças que aprontam contra estagiários (Puro sadismo).

A cada detalhe ( sórdido) da experiência de um chefe com um novo súdito, digo estagiário, aplausos fervorosos e demorados ecoam pelo salão.

Pior do que chefe só mesmo os “sub-chefes”. Os “capitães-do-mato”. Eles chicoteiam, e - vá lá- tem até um certo prazer em pisotear sobre os subalternos de CLT, por cem, quinhentas merrecas a mais.

Os “capitães-do-mato (CM)” são verdadeiros incógnitos! A gente nunca sabe quando está agradando ou se enterrando com os comentários e atitudes. Por isso não vacile! Todo cuidado é pouco.

O “CM” é aquele que se aproveita de um momento relax para descontar toda raiva de ter constantemente o fiofó assado pelos esporros do verdadeiro chefe, o CM3 ( Chefe Maior Elevado à Potência).

O “CM” é aquele pilantrinha dissimulado que sai pra night com a equipe, bate em cada ombrinho escravo e às vezes até paga uns gorós. Ele vem com um papo agradável - tipo neurolinguistico, sabe como é? aquele papo “engana-trouxa” de que um dia você chegará lá? (lá aonde?) - e então você, bêbado daquele uisque barato que ele lhe deu, descontraido vai na onda dele. Grande erro! Os conselhos do “CM” neste momento são só pra que no dia seguinte, às vezes por semanas a fio, você ser “zoado” diante os colegas da equipe - e toda a empresa - pelo “mico” que você pagou na noite.

E o pior ! Você é obrigado a rir das piadinhas sem postura do “CM”! Afinal ele é seu “chefe”.

Pobres coitados! Eu ainda não sei porque as pessoas são tão críticas. Acho que isso é pura inveja! Eles são chefes. Eles chegaram lá. Lute por isso ( TVM - Te Vira Malandro) e engula os sapos. Seja PRÓ-ATIVO! Eles já foram como nós. E nós, haveremos de ser como eles um dia!

Chefe é chefe, temos que entendê-los. Eles não sabem o que fazem. Perdoai-os! (ou somos demitidos)