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  • 26 setembro 2008

    Segundo uma pesquisa apresentada nesta semana no Festival de Ciências da Associação Britânica para o Avanço da Ciência, em Liverpool, Um toque carinhoso pode ajudar a aliviar a dor, ajudar crianças em seu desenvolvimento e auxiliar em tratamentos para depressão. Eles constataram que um sistema de fibras nervosas presentes na pele responde a toques carinhosos, do mesmo modo que os receptores de dor, e quando estimulado, pode, inclusive, diminuir a atividade nos nervos que transportam a sensação de dor.

    Acredito que não é necessário recorrer à pesquisa para saber o quanto o carinho pode fazer bem a alguém, principalmente as crianças. Gera autoconfiança, saúde, alegria. Eu não deixo um dia sequer a minha bebezinha sem sentir o quanto eu a amo através do toque. Tanto eu como o pai demonstramos de maneira expressiva o nosso amor por ela. São beijos, abraços, carinhos. Creio que é por isso que ela é uma criança muito alegre, risonha e feliz. Não deixe de demonstrar amor e carinho pelos seus filhos, não há remédio melhor. Até a próxima!

    12 setembro 2008

    Esta semana, todas as organizações ligadas à defesa e bem estar das crianças comemoraram o fato do presidente Lula sancionar a lei que estende a licença maternidade de 120 para 180 dias. A nova lei estabelece que os dois meses a mais de licença (além dos quatro anteriormente estabelecidos pela Constituição) são facultativos para as mulheres e também para as empresas da iniciativa privada. As empresas que concederem esse benefício à funcionária terão ressarcimento integral das despesas com salário descontadas nos impostos federais. Para as funcionárias públicas federais, a licença de seis meses já está autorizada pelo Presidente Lula e entra em vigor assim que for regulamentada, quanto à funcionária da iniciativa privada, a lei entra em vigor em 2010.

    Quando eu entrei de licença, em fevereiro deste ano, já havia no meu estado, Rio de Janeiro, uma lei parecida, porém, a empresa na qual eu trabalho, não quis me conceder esse benefício, o dono da empresa alegou que quatro meses são mais do que suficientes para a mãe “ficar em casa” (observe que não é ficar cuidado do seu bebê, mas, sim, ficar quatro meses de férias, na opinião dele). Então, sinceramente, não vejo tantos motivos para comemorar. As empresas que têm a consciência cidadã e entendem as necessidades do bebê e de sua mãe já concediam as suas funcionárias os dois meses a mais. Àquelas, no entanto, que não querem saber dos problemas pessoais dos funcionários, não deram e nunca vão dar. É certo que, a empresa que trabalho permite que todas as mulheres que entram em licença maternidade tirem um mês de férias somando assim cinco meses, mas não entendo isso como benefício e sim como um direito adquirido. Então, devemos fazer campanha para que mudem a constituição e que a licença maternidade de 180 dias passe a ser obrigatória. Já existe um projeto tramitando na Câmara dos Deputados, mas deve demorar um bom tempo para ser aprovado. O que vocês pensam a respeito do assunto? Deixe o seu comentário! Até a próxima semana!